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No dia 7 de março, entidades dos movimentos popular, sindical, do campo, da juventude e das mulheres, realizaram um Seminário Nacional que teve por objetivo principal unificar as lutas das organizações progressistas na construção de uma frente por reformas populares e na defesa da democracia, da Petrobras e dos direitos da classe trabalhadora.

As entidades nacionais que compõem este esforço pela unidade expuseram avaliações sobre a conjuntura, que culminaram em propostas de ação conjunta em torno da luta pelas Reformas Populares; enfrentamento das pautas da direita na sociedade, no Congresso, no Judiciário e nos Governos; contra os ataques aos direitos trabalhistas, previdenciários e investimentos sociais; contra a repressão às lutas sociais, o genocídio da juventude negra, pobre e periférica, o enfrentamento da política de ajuste fiscal do Governo Federal, dos Governos Estaduais e Prefeituras, a imediata revogação das MPs 664 e 665/14, que representam ataques ao seguro-desemprego e pensões, contra o aumento de tarifas de serviços e concessões públicas, como o transporte urbano, a energia elétrica e a água.

Eduardo Cardoso, da direção do MSTL, falou em nome da CMP – Central de Movimentos Populares. Segundo ele, “O avanço de opiniões conservadoras na sociedade, manifestadas principalmente através dos grandes meios de comunicação, e a pressão internacional por ajustes que prejudicam os trabalhadores e colocam em risco a Petrobras e a Caixa Econômica Federal, nos impõem a necessidade de unificar as lutas do povo e de nos colocar na ofensiva. É por isso que a CMP está desencadeando uma jornada nacional de lutas e construindo, em todo o Brasil, uma participação efetiva nos atos do dia 13 de março”.

Dezenas de entidades participaram do Seminário, entre elas, além da CMP, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), União Nacional dos Estudantes (UNE), Coletivo Juntos, Coletivo Rua, Fora do Eixo, Intersindical - Central da Classe Trabalhadora, União da Juventude Socialista (UJS), Uneafro, Unegro, União Brasileira de Mulheres (UBM), Marcha Mundial das Mulheres, Movimento Nós da Sul, Movimento Popular por Moradia (MPM), Coletivo Arrua, Rede Ecumênica da Juventude (REJU), Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), Articulação Igrejas e Movimentos Populares, Federação Única dos Petroleiros (FUP), Levante Popular da Juventude, entre outras.