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GritoA VIDA EM PRIMEIRO LUGAR!
DESIGUALDADE GERA VIOLÂNCIA!
BASTA DE PRIVILÉGIOS!

Organizações dos movimentos populares e sindical realizam, nesta sexta-feira, 7 de setembro, o Grito dos Excluídos do ABC. O tema desse ano é “A vida em primeiro lugar” e o lema é “Basta de privilégios”.

A ideia de organizar um Grito dos Excluídos no mesmo dia em que relembramos o “grito da independência” surgiu em 1994, com o objetivo de aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade da igreja católica e responder aos desafios levantados na 2ª Semana Social Brasileira, cujo tema era “Brasil, alternativas e protagonistas”.

O primeiro Grito foi realizado em 1995 e o tema foi o mesmo desse ano: “A vida em primeiro lugar”. De lá para cá, rompeu os limites da cidade de São Paulo e, hoje, é realizado em várias cidades de toda a América Latina.

Para Eduardo Cardoso, da CMP e coordenador geral do MSTL, o Grito dos Excluídos é uma das manifestações populares mais democráticas e simbólicas: “É essencial que nosso povo tenha espaço e oportunidade de soltar esse grito de revolta contra a opressão, contra o sistema de morte e contra os privilegiados por ele. Por isso, por mais que seja fundamental a presença de tantas entidades dos movimentos sociais em sua organização, o que faz a diferença é proporcionar esse momento onde todos e todas poderemos gritar contra os retrocessos que temos vivido e a favor da vida, da democracia e pelo direito de Lula ser candidato”.

Neste ano, aqui no ABC, o Grito dos Excluídos terá início às 10h, com uma concentração no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rua João Basso, 231, São Bernardo, seguido de uma caminhada até a Praça da Matriz, dois pontos cheios de simbolismo dessa luta do povo por seus direitos.

Estão construindo a manifestação: CMP – Central de Movimentos Populares, CUT-ABC, Frente Brasil Popular do ABC, MSTL - Movimento Sem Terra de Luta, Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Pastoral Operária, MST, MTST, MPA, Projeto Meninos e Meninas de Rua, Movimento População de Rua, Marcha Mundial das Mulheres, Instituto Solano Trindade, Unisol, Movimento de Luta Antimanicomial e Coletivo Muçulmanas e Muçulmanos Contra o Golpe.